+200% nas vendas do site em 8 meses
Fábrica de escapamentos, mais de dez anos de mercado. Do mês em que o contrato fechou, novembro de 2025, ao maior mês da história da loja online, junho de 2026.
Novembro de 2025 a junho de 2026
A Viola
O produto ainda sai da bancada
A Viola Racing faz escapamento de moto, e escapamento é peça de metal antes de ser qualquer outra coisa: a solda é manual, o polimento é manual, o acabamento também. O que entra na peça é inox 304 e alumínio T6, com tela interna de inox, e cada modelo nasce montado na moto, passa por dinamômetro e só depois vira gabarito pra ser replicado. Hoje são cerca de 35 modelos de moto atendidos, e o processo segue bastante manual, com CNC em parte dele, porque a linha de produtos é grande demais pra caber numa esteira.
A fábrica foi criada por Máximo Viola e mudou de dono quando o pai do Lucas comprou primeiro uma parte e depois a empresa inteira. De lá pra cá o bastão vem passando de pai pra filho. São mais de dez anos de mercado, e nesse tempo a Viola construiu um Instagram com mais de 100 mil seguidores, de onde vinha muita gente pedindo orçamento.

A porta fechada
Mais de dez anos vendendo só pra quem revende
Por mais de dez anos a Viola vendeu única e exclusivamente pra lojista, e todo o material que a fábrica produzia existia pra facilitar a venda de quem revendia a peça dela. O consumidor final nunca foi atendido direto, e não por falta de gente querendo: chegava pedido de orçamento no Instagram que a fábrica, por opção, não atendia direto.
Tinha um bom motivo pra porta ficar fechada, e ele não é de operação. É de estratégia, e é a única coisa desta página que só o dono da fábrica pode explicar.
O B2C não iniciou antes pela questão de não criar uma concorrência com os nossos próprios clientes. Então até a gente bolar uma estratégia, entender o mercado e ver que às vezes se faz necessário, a gente segurou.
Quando a porta enfim abriu, abriu devagar. O site entrou no ar em setembro de 2025, sem ênfase e sem divulgação, e ficou lá funcionando por conta própria enquanto o resto do negócio seguia girando no B2B.
A gente começou com um site muito amador. A gente não deu nenhuma ênfase, a gente não divulgou, a gente foi crescendo, comendo pelas beiradas.
— Lucas, sócio-proprietário da Viola Racing, sobre o site antes do ContraLAB
Por que ele procurou
A dúvida não era se funcionava. Era em quem confiar.
Ele chegou até a gente sem entender de tráfego pago, colocando dinheiro em impulsionamento do jeito que quase todo dono faz quando não tem ninguém do lado, sem saber direito se aquilo estava voltando ou não. E hesitou antes de contratar alguém pra resolver isso.
Quando vai iniciar algum trabalho desses, principalmente tudo relacionado à internet, tem muitas ofertas de mercado. Então, tu filtrar elas, ver o que tu vai investir de fato o teu dinheiro, às vezes é meio difícil, sendo bem sincero.
O diagnóstico que a gente levou pra dentro foi curto. A demanda já existia, construída por mais de dez anos de marca e por cem mil pessoas acompanhando o que sai da bancada, então o que faltava não era audiência. Faltava caminho de compra, e faltava alguém medindo onde a compra de fato acontecia.

7 de fevereiro de 2026
O maior dia da história da loja
A ação de fevereiro a gente montou pra ser grande, e montou com antecedência: captação paga antes, oferta com cupom, grupo de WhatsApp pra segurar quem entrava e remarketing pra quem não fechava na primeira passada. No dia 7 o site fez o maior faturamento da história da loja, e o fim de semana inteiro passou de um mês cheio.
O que ficou visível ali não foi que a promoção funcionou. Foi onde ela funcionou. A oferta puxou gente, e o fechamento não aconteceu na página de produto: aconteceu na conversa, onde cabe perguntar se o escapamento encaixa naquela moto, como fica o ronco, quanto sai o frete até a cidade dele, o que acontece se der problema. Dúvida desse tipo não morre num botão.
O checkout travou ao longo do fim de semana e a venda não parou junto: no domingo, três em cada quatro pedidos foram fechados na mão, por telefone e por link de pagamento feito um a um.
Quem virou a madrugada foi a gente com o Lucas, lado a lado. Sábado até as duas da manhã, domingo até meia-noite, telefone na mão e link de pagamento feito um a um, com pedido entrando mais rápido do que dava pra registrar. A Viola nunca tinha vivido um fim de semana desses, e a gente viveu junto.
A gente trabalhou sábado até duas horas da manhã, almoço e janta, domingo até meia-noite [...] entrando em contato com cliente, WhatsApp, ligação, criando link de pagamento, fazendo orçamento de frete. Todo esse envolvimento na promoção foi uma experiência única. A gente nunca tinha feito isso e foi sensacional.
82%
de um mês cheio da loja, num dia só
1 fim de semana
maior que um mês cheio
3 em 4
pedidos do domingo fechados na mão, com o checkout travado
A curva
Fevereiro é o pico. O que importa é o patamar que ficou depois.
Os três primeiros meses de contrato foram de experimento. O site tinha acabado de entrar no ar e ainda não dava pra apontar onde a venda travava, então a gente testou até o gargalo aparecer. A ação de fevereiro é o pico, e é também onde ficou claro o que fazia a venda fechar. O que veio depois é isso aplicado: a curva sobe mês a mês até junho, e o patamar em que a loja passou a viver é outro.
experimentos até achar o gargalo
experimentos até achar o gargalo
mês
O que a gente fez
A venda não fecha onde o anúncio termina
Esse público gosta de comprar conversando
Quem compra escapamento quer trocar uma ideia antes de fechar. Quer saber como fica na moto dele, quer ouvir de alguém que conhece a peça, quer resolver a dúvida na hora e não daqui a dois dias. A gente montou as campanhas pra levar essa pessoa até uma conversa, porque é conversando que ela compra, e é conversando que ela compra mais.
1,8% do faturamento da loja em mídia paga
Medir onde a venda fecha
A gente acompanha o caminho inteiro no mesmo lugar: o anúncio que trouxe a pessoa, a conversa que ela teve depois e o pedido que fechou no fim. Com isso dá pra saber qual peça, qual abordagem e qual objeção estavam atrás de cada venda, que é o que deixa a gente repetir de propósito em vez de torcer pra acontecer de novo.
cada pedido do mês ligado à conversa que o gerou
Responder primeiro
O primeiro atendimento a gente tirou da dependência de alguém estar com o celular na mão: quem manda mensagem recebe resposta automatizada na hora, diz o que quer antes de esfriar, e chega organizado pra pessoa que vai atender de verdade.
1 segundo até o primeiro atendimento automatizado
O relógio da demanda
A demanda não bate ponto
As conversas que chegam no WhatsApp da Viola, pela hora do dia. Em vermelho, as faixas que pegam a loja fechada. A demanda de escapamento não respeita expediente, e boa parte dela aparece de noite, de madrugada e no fim de semana.
hora do dia
O relógio
A primeira resposta parou de depender do expediente
Quase metade das conversas que chegam no WhatsApp da Viola começa com a loja fechada. É gente com a compra na cabeça de noite, de madrugada e no fim de semana, num horário em que não tem ninguém do outro lado pra responder.
O primeiro atendimento deixou de depender de alguém estar com o celular na mão. Quem manda mensagem pra Viola recebe resposta automatizada em um segundo, e essa resposta não fecha venda nenhuma sozinha: ela segura a pessoa, entende o que ela quer e organiza a fila de quem vai atender.
Do outro lado, a espera por uma pessoa caiu 79%.
No mesmo período o faturamento bateu o recorde da loja e os leads saltaram 3,5 vezes.
E isso já criou novas demandas, é uma perspectiva completamente diferente. A gente vê o dinheiro que pode ser gerado dessa forma, a gente vê novos investimentos, a gente mudou completamente a nossa visão a partir do site.
— Lucas, sócio-proprietário da Viola Racing, sobre o que mudou desde o começo do contrato
Os números
O que a medição devolveu
O mês
+341%
de crescimento da loja
+40%
de pedidos por visita, com o mesmo tráfego
maior mês
da história da loja online
Da entrada do contrato ao fechamento do período. O vídeo deste case foi gravado antes desse fechamento, quando o crescimento acumulado ainda era de mais de 200%. Com o mesmo número de visitas, a loja passou a fazer mais pedido. Todos os percentuais desta página são sobre o faturamento da loja online; o B2B da fábrica não entra em nenhuma conta.
O canal
68%
do faturamento da loja em junho fechando em conversa
36%
do faturamento da loja em maio, contra 68% em junho
3,5×
de leads, de maio para junho
Pedido fechado em conversa é pedido com o pagamento combinado direto com o cliente, e cada um deles tem, do lado, a conversa no WhatsApp do mesmo contato.
A mídia
1,8%
do faturamento da loja em mídia paga
18,8×
de retorno na ação de fevereiro
A conta do 18,8× inclui tudo que foi investido na ação, captação e venda. E é piso: entra só a venda que a campanha fechou direto, e a que fechou em conversa está fora dela.
O mercado
+79%
de ritmo de busca pela marca, o maior entre as marcas estabelecidas do nicho
Quanto a marca é procurada no Google, medido contra as outras do nicho. No período, a fatia de busca da Viola subiu de 2,7% para 4,6%.
O tamanho do que mudou
O que mudou não foi o mês
Mês recorde é fácil de comemorar e fácil de esquecer. O que muda o tamanho deste trabalho é o peso que a venda direta passou a ter dentro de uma fábrica que passou mais de dez anos vendendo só pra lojista.
Hoje o B2C representa cerca de 25% do nosso faturamento, então ele deixa de ser apenas um canal, ele se torna um bom canal de venda. Não dá para se deixar passar.
A porta abriu devagar e com critério, e o B2B seguiu crescendo no mesmo período. Isso é o que o dono lê, não o que a gente mediu, e fica aqui como leitura dele.
E o maior mês da história da loja aconteceu com 1,8% do faturamento da loja indo pra mídia paga. Se subir esse número a venda sobe junto, ninguém testou ainda. A gente sabe onde a venda fecha e sabe reconstruir o caminho até ela, e o próximo passo é descobrir até onde ela vai.
[...] o serviço é muito além de tráfego pago, além de trabalhar com anúncio, é uma assessoria. É humano, eles entendem. Porque é muito fácil também chegar e falar: ah, nós vamos colocar tanto de orçamento e nós vamos faturar tanto. Então, sem ver o lado do cliente. Do meu lado. Acredito que isso eles entendem muito bem, as dores e os calos dos clientes.
Próximo case